quinta-feira, 30 de abril de 2009

alice and the wonderland

Alice in Wonderland é o novo filme mais recente de Tim Burton baseado no conto classico Alice e o pais das maravilhas escrito por Lewis Carroll. O filme começou a ser filmado em maio de 2009 e a data da estreia é prevista para o dia 5 de março de 2010.
Tim Burton afirma que o filme vai ser uma mistura de "live-action" com 3D na captura de movimentos como no filme Beowulf.
Mas, mais importante, Johnny Depp vai entrar neste filme como o chapeleiro maluco e a imagem que está á esquerda é a primeira fotografia tirada dele todo vestido, aposto que este filme vai ser demais, mal posso esperar que apareça nos ecras de cinemas....

Tropfest NY 2008 winner, "Mankind Is No Island" by Jason van Genderen

a melhor curta metragem que já vi.... adoro

terça-feira, 28 de abril de 2009


 “Quem acredita hoje que a guerra pode ser abolida? Ninguém, nem sequer os pacifistas”. Susan Sontag acredita que a guerra pode ser prevenida através de negociações, sem conflitos armados. No entanto é sempre muito difícil e por isso só se pode ter esperança de pôr fim à morte de inocentes e de julgar os responsáveis pelos crimes de guerra e atrocidades cometidas em tempo de guerra. E para fazer com que isso aconteça o melhor meio possível é através da fotografia, “(…)as fotografias  são um meio de tornar «real» (…) questões que os privilegiados e aqueles que estão simplesmente em segurança possivelmente prefeririam ignorar". A fotografia mostra como “(…) a guerra dilacera, rasga. A guerra despedaça, esventra. A guerra calcina. A guerra mutila. A guerra destrói”. 

Para uns, as fotografias de guerra, de choque, servem para alimentar a condenação da guerra e pode trazer até nós uma parte da realidade se como é a guerra, no entanto para outros, que aceitam o mundo de hoje como está, (uma boa parte em guerra) a fotografia não constitui nenhuma prova para renunciar à guerra.

Uma mesma fotografia de guerra ou do resultado da guerra ou violência pode ser usada para fins diferentes, consoante a “perspectivação” que se lhe faz. As fotografias de guerra ou violência “dão notícia” do resultado da mesma guerra ou violência, apelando ao choque, sensação, sentimento e contextualização (racionalização) por parte do espectador.


Excerto do resume do meu trabalho para a faculdade sobre o livro da Susan Sontag, "olhando o sofrimento dos outros".